Autocronograma

AUTOCRONOGRAMA

2008: 23 años deseando esta carrera.

2010: Bitácora de quien estudia en Puán porque la vida es justa y (si te dejás) siempre te lleva para donde querés ir.

2012: Crónicas de la deslumbrada:Letras es todo lo que imaginé y más.

2013: Estampas del mejor viaje porque "la carrera" ya tiene caras y cuerpos amorosos.

2014: Emprolijar los cabos sueltos de esta madeja.

2015: Pata en alto para leer y escribir todo lo acumulado.

2016: El año del Alemán obligatorio.

2017: Dicen que me tengo que recibir.

2018: El año del flamenco: parada en la pata de la última materia y bailando hacia Madrid.

26 de enero de 2017

Amora, de Natalia Borges Polesso

Dice en feis Regina Dalcastagnè
2 h
Acabo de resgatar mais um livro da minha montanha de não-lidos: o Amora, de Natalia Borges Polesso. Ela ganhou o prêmio Jabuti de contos no ano passado com esse volume e foi apresentada pelo Globo como "a desconhecida que superou Verissimo e Rubem Fonseca". Suas narrativas são sobre mulheres, jovens e lésbicas. Dito assim, parece que estou condenando o livro a alguma gaveta escura e rotulada, ou à estante LGBT de certas livrarias muito zelosas em separar as coisas, mas o que temos aí é excelente literatura. Suas personagens, repletas de vida, parecem existir sem terem sido feitas para olhares masculinos, nem para olhar guloso algum. São completas em si, com suas inseguranças e suas vontades, com o desespero de quem tem a vida inteira pela frente. Com uma escrita fluída e elegante, é possível perceber em Polesso a influência de uma das maiores autoras de nossos tempos: Lygia Fagundes Telles.
Verissimo e Fonseca não tinham a menor chance.

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