23 de mayo de 2016

III Jornada literaria de autoría negra


‪#‎JornadaAutoriaNegra‬ “Tenho medo desta força que não me perdoa nem me salva”.
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Paula Irupé Salmoiraghi
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‪#‎JornadaAutoriaNegra‬ "Quem segue minhas linhas/ se depara /apenas/ com o sangue coagulado"
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16 de mayo de 2016

Autoría negra





  • Miércoles, 1 de junio entre 8:30 y 20:00 en UTC-03
  • Auditório do Instituto de Letras, ICC Sul, Subsolo, Sala 99. Universidadede Brasília - Campus Darcy Ribeiro
Información

Entre o racismo estrutural e a permanência do discurso da “democracia racial”, as populações negras buscam construir formas de falar de si e do mundo. Nas últimas duas décadas, verificou-se um aumento de visibilidade da representação negra na sociedade brasileira – seja nos meios de comunicação de massa, seja nas artes, na música e na literatura, seja no campo acadêmico – e seu caráter “marginal” diante das formas de expressão dominantes vem sendo fortemente questionado. A III Jornada Literária de Autoria Negra: Percursos Contemporâneos propõe um espaço de diálogo entre a universidade e escritoras e escritores negros para tratar dos problemas da perspectiva, da linguagem, do gênero, da edição e da recepção desta produção.

PROGRAMAÇÃO

8h30 – Abertura do evento
Apresentação de Cristiane Sobral e Meimei Bastos

9h – Lugares e impasses do literário
Allan da Rosa e Mel Adún, com mediação de Regina Dalcastagnè

10h30 – Coletivos e editoras: os Cadernos Negros e a Ogum’s
Esmeralda Ribeiro e Guellwaar Adún, com mediação de Igor Ximenes Graciano

Intervalo

14h30 – Quando mulheres escrevem
Miriam Alves e Lívia Natália, com mediação de Anderson da Mata

16h – Trajetórias poéticas e políticas
Eliane Marques e Cuti, com mediação de Pedro Mandagará

18h – Encerramento
Apresentação de Ricardo Aleixo

18h30 – Lançamento de livros
Cadernos Negros, volume 38; Pré-catálogo da editora Ogum’s; Bará: na trilha do vento, de Miriam Alves;
Pretumel de chama e gozo: antologia da poesia negro-brasileira erótica, de Cuti (org.); Impossível como nunca ter tido um rosto, de Ricardo Aleixo; Correntezas e outros estudos marinhos, de Lívia Natália; E se alguém o pano, de Eliane Marques; Desinteiro, de Guellwaar Adún; A lua cheia de vento, de Mel Adún; Maju: a princesa do tempo e Resiliência, de Aciomar de Oliveira; Polifonias marginais, de Lucía Tennina, Mário Medeiros, Érica Peçanha e Ingrid Hapke

ORGANIZAÇÃO
Grupo de Estudos em Literatura Brasileira Contemporânea





EQUIPE

Coordenação: Regina Dalcastagnè

Comissão organizadora: Anderson Luís Nunes da Mata, Pedro Mandagará

Comissão de apoio: Adélia Mathias, Aline Teixeira, Andressa Marques, Calila das Mercês, Carina Lobato, Dalva Martins, Maria Aparecida Cruz de Oliveira, Pollianna Freire

Comissão de divulgação: Graziele Frederico, Lúcia Tormin Mollo, Raysa Soares

Monitoria: Isadora Dias, Waldson Souza, Daniel Rocha

ORGANIZAÇÃO:
Grupo de Estudos em Literatura Brasileira Contemporânea

APOIO:
Instituto de Letras

Departamento de Teoria Literária e Literaturas      

AUTORAS/ES CONVIDADAS/OS:

Allan da Rosa (1976) nasceu em São Paulo, é graduado em História e mestre em Educação pela USP, onde realiza seu doutorado em Cultura e Educação. É angoleiro e pedagogo. Possui diversos livros, entre eles, Zagaia (romance versado, infanto-juvenil, 2003), Vão (poemas, 2005) e Da cabula (teatro, 2008), obra que conquistou o II Prêmio Nacional de Dramaturgia Negra Ruth de Sousa. Em parceria, produziu os livros-cd A calimba e a flauta: versos úmidos e tesos, com Priscila Preta (2013), e Mukondo lírico, com Giovanni Di Ganzá (2014), prêmio Funarte Arte Negra, de 2014. Publicou aindaPedagoginga, autonomia e mocambagem (ensaio sobre cultura negra e educação popular, 2012). Criou, em 2005, a Edições Toró que lançou inúmeras obras das periferias paulistanas.
Cristiane Sobral (1974) é atriz, escritora e poeta. Nasceu no Rio de Janeiro, mas reside em Brasília desde 1990. Foi a primeira atriz negra graduada em Interpretação Teatral pela Universidade Brasília. Estreou na literatura em 2000, ao publicar textos nos Cadernos Negros. Dentre seus trabalhos, estão os livros de poemas e contos, respectivamente, Não vou lavar os pratos (2010) eEspelhos, miradouros, dialéticas da percepção (2011).

Cuti (1951) nascido em Ourinhos-SP é doutor em Literatura Brasileira pela Unicamp. Ingressou na carreira literária em 1978, tendo sido um dos fundadores do Quilombhoje-Literatura e um dos criadores e mantenedores da série Cadernos Negros. Sua obra enfoca principalmente as vivências – de negros, mestiços e brancos – decorrentes do racismo presente na sociedade brasileira, além das relações afetivas e sexuais contemporâneas.Tem inúmeros livros publicados, dentre eles, A pelada peluda no Largo da Bola (novela juvenil, 1988), Negros em contos (1996), Sanga (poemas, 2002) e Negroesia, (poemas, 2007), Dois nós na noite e outras peças (teatro, 2009) e Literatura negro-brasileira (ensaio, 2010).

Eliane Marques (1970), gaúcha, poeta e tradutora. Publicou os livros e se alguém o pano (2015), Relicário (2009) e em várias antologias. É editora da revista de poesia Ovo da Ema e coordenadora da Escola de Poesia. Organizou os livros No meio da meia-lua, primeiros versos (2013), do coletivo “Africanamente Escola de Capoeira Angola”; Estamos Quites (2015), de Jorge Fróes, e a revista de poesia Não é o Bicho (2012), resultante do projeto “Poetas do Futuro”. Coordenou, junto com outros poetas, o AEDO – Arte e Expressão da Oralidade – Festival de Poesia, bem como as várias edições do Porto Poesia. É mestre em Direito Público e Auditora Pública Externa do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul.
                                          
Esmeralda Ribeiro, nascida em São Paulo, é escritora e jornalista. Faz parte da Geração Quilombhoje desde 1982, atuando em movimentos de combate ao racismo e na construção de uma literatura negra – com incentivo à participação da mulher – , a partir do resgaste da memória e das tradições africanas e afro-brasileiras. Publicou Malungos & Milongas, contos, em 1988. Também tem poemas em diversas antologias no Brasil e no exterior. Desde 1999 edita, com Marcio Barbosa, os Cadernos Negros, dentre outras publicações. Site: www.quilombhoje.com.br

Guellwaar Adún (1968), nascido em Duque de Caxias - RJ, mas de família baiana, é poeta militante da literatura negra, educador e compositor, tendo ganhado três vezes o Festival de Música Negra do Ilê Aiye. Possui trabalhos publicados nos Cadernos Negros, mas podemos encontrar suas produções disponíveis no portal Ogum’s Toques Negros, do qual é idealizador e editor. Em 2016 publicou o livro de poemas Desinteiro.

Lívia Natália (1979), baiana, é poeta e professora. Mestre e doutora em Teorias e Crítica da Literatura e da Cultura pela UFBA, onde também leciona Teoria da Literatura. Seu primeiro livro Água Negra, de 2011, recebeu o “Prêmio Banco Capital Cultura e Arte-Poesia”. Em 2015 publicou o volume de poemas Correntezas e outros estudos marinhos.

Meimei Bastos (1991), nascida em Ceilândia, morou em Santa Maria e aos nove anos mudou-se com seus pais para Samambaia, onde reside até hoje. Estudante de Artes Cênicas da Universidade de Brasília, atriz, arte educadora, slammer e poetisa. Ganhou destaque quando participou, e venceu, o primeiro “Slam das Minas”, realizado no Espaço Cultural Mapati, em Brasília, em junho de 2015. No mesmo ano, participou como única representante feminina do DF do SLAM BR, campeonato de poesias nacional que acontece em São Paulo. Em 2015, lançou o livro Mulher quebrada, que reúne poesias de mulheres da periferia.

Mel Adún (1978), residente em Salvador, é escritora, pesquisadora , membro e assessora de imprensa do Coletivo Ogum’s Toques Negros. Também é colaboradora em vários números de Cadernos Negros. Iniciou sua carreira literária em 2007, realizando diversos escritos (romances, contos e poesias). Seus textos trazem uma forte presença do lugar feminino e, especialmente, do feminino negro. Em 2015, publicou o livro infantil A lua cheia de vento.

Miriam Alves (1952) é poeta, dramaturga e prosadora, nascida em São Paulo. Publicou os livros de poemas Momentos de busca(1983) e Estrelas nos dedos (1985), a peça Terramara (1988), em coautoria com Arnaldo Xavier e Cuti, os contos de Mulher mat(r)iz (2011), o conjunto de ensaios BrasilAfro autorrevelado (2010) e o romance Bará (2015), dentre outros. Integrou o movimento Quilombhoje-Literatura de 1980 a 1989. Nos Estados Unidos, participou de debates sobre a literatura afro-brasileira e feminina nas Universidades do Texas, Tennessee e Illinois. Publica poemas nos Cadernos Negros desde 1982 e foi traduzida em várias antologias, como Black Notebooks.

Ricardo Aleixo (1960), nascido em Belo Horizonte, Minas Gerais, é poeta, músico e artista visual, atuando, assim, em diversas áreas, sobretudo, nas poéticas experimentais da voz. Teve sua estreia na poesia em 1992 com a obra Festim e desde então publicou vários livros. O mais recente é Impossível como nunca ter tido um rosto, de 2015. Soma-se, ainda, seu trabalho de agitador cultural que leva a poesia à integração com outras formas de arte como o teatro, a música e a dança. É colunista da revista eletrônica Pessoa e do programa Almanaque Brasil, da Rádio Inconfidência-FM.


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11 de mayo de 2016

Dos de mis profes: reseña y compilación

soy
VIERNES, 6 DE MAYO DE 2016
LIBROS

El arte hecho pedazos

 Por Laura A. Arnés
Fragmentos de lo queer, compilado por Lucas Martinelli, no sólo mapea escenas sexuales clave -por desviadas- del arte latinoamericano sino, también, da cobijo a algunas de las voces académicas más importantes de la reflexión queer de los últimos tiempos (Lopes, Giorgi, Melo, Rivas San Martín, entre otrxs). El libro en cuestión se presentó hace un par de semanas con una fiesta, gesto de loca casquivana; gesto, sobre todo, de buena conciencia. Porque lo queer propone desmontar las mismas instituciones y tradiciones que le dan cobijo, nos lanza a la aventura de crear o vehiculizar nuevos regímenes de sensibilidad. Es decir, pretende ser irrespetuoso al mismo tiempo que se inclina ante la autoridad. Fragmentos de lo queer es, como deseaba Barthes, esa persona audaz que muestra su trasero al Padre Político pero, eso sí, se saca el sombrero. Paradojas de la teoría.
Sin lugar a dudas, este libro se hace cargo de ciertas zonas inasimilables -para la mirada canónica- del arte y la literatura. Sin embargo, hablar desde el Sur o sobre el Sur teniendo como guía un pensamiento que nos habla desde el Norte tiene sus complejidades. Y este libro propone hacerse cargo de eso. ¿Cómo salvar las distancias, cómo explicar las existencias límites y sudacas, el carraspeo en inglés mirando el Titicaca, la loca deleuziana de Perlongher? ¿Tiene sentido usar la lupa de la (anti)identidad queer para darle razón a lo que existió desde siempre en nuestra tierra horadada por intereses ajenos? ¿Para darle significación a lo que siempre marcó nuestros cuerpos marginales, liminales? ¿Puede lo cuir ser un legado de resistencia y libertad y no una moda? ¿El ala rota de Lemebel, las poses de los artistas del Di Tella, la masculinidad torva del muchachito de Vil Romance, los libritos pintados a mano de Eloisa Cartonera o las tetas de la Coca Sarli pueden rematarse en el mercado queer? ¿Es posible escapar de la domesticación de la teoría y el mercado y hacer un carnaval con lo heredado? No lo sé. Léanlo. Saquen sus propias conclusiones.
Fragmentos de lo queer, Ed. FfyL, Buenos Aires, 236p.

25 de abril de 2016

Me gusta el alemán

"Ich will" de Ramnstein para aprender la conjugación de verbos modales: querer y poder.

10 de abril de 2016

Qué difícil se me hace

Volver a la super actividad después del 2015 de reposo no está siendo fácil. Claro que la culpa la tiene el laburo porque el cuatri pasado fui muy feliz cursando sin trabajar. Ahora toca recordar mis propios consejos: un día a la vez, una cosa a la vez, no pensar en mañana y menos en la semana completa porque es desesperante.

Lo obligatorio que me queda son los tres niveles de alemán. Empecé hace dos viernes bajo una tormenta que me produjo un patinazo en cada esquina (y el cagazo acumulado) y cuatro horas empapada en el aula. No estuvo tan mal. La profe es entretenida e inteligente y el idioma es un desafío enorme. Cada viernes tengo que recurrir a todas mis antiexcusas para no faltar. Pero hasta estoy haciendo las fichas.